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UM DIA…….


Um dia você aprende….

Que amar não significa apoiar-se,

e que companhia nem sempre significa segurança….

começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiantes…..

Que não importa o quanto se importe,algumas pessoas simplesmente não se importam….

E aceita que não importa quão bom seja a pessoa,ela vai feri-la de vez em quando e você precisa perdoá-la….

Que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la…

Que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias…

E o que importa não é o que você tem na vida,mas quem você tem…

Descobre que as pessoas que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa….

por isso devemos deixar os que amamos com palavras amorosas,pode ser a última vez que os vejamos…

Que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar…

Que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame,não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode….

Que o tempo não é algo que possa voltar atrás….

Que realmente é forte,e que pode ir muito mais longe….

E aprende que a vida tem valor e que você tem valor diante da vida…

E que você tem que demonstrar teus sentimentos a pessoa amada acima de tudo…..

Pois como diz o ditado “e dando que se recebe”

Você terá uma vida prazerosa,cheia de alegria e muitas realizações.1395708988032

 
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Publicado por em 21 de Janeiro de 2015 em relacionamento

 

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Delícia de Coco


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Uma delícia,bem gelado e de lamber os beiços kkkkkkkkk

LÁ VAI……

1 Caixa de maria mole de coco

1 Garrafa de 200 ml de leite de coco

1 Caixa de leite condensado

2 Caixas de creme de leite

Uma forma de pudim

MODO DE PREPARO

Faça a maria mole como recomenda na caixinha(no verso) e jogue no liquidificador,após coloque o leite de coco e bata….

depois de batido coloque o leite condensado e o creme de leite e bata mais um pouco uns 3 minutos +ou –

coloque na forma de pudim e leve ao freezer por 4 horas……

Retire do freezer e passe a mão molhada envolta da forma para retirar um pouco do gelo ou seja dar um choque kkkkkkk

e desenforme num refratário.

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Publicado por em 21 de Janeiro de 2015 em culinária

 

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VOCÊ SERÁ????DEPENDE DE VOCÊ!!!!


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VOCÊ SERÁ (OU É???) a menos que:

– Nunca deixe um” homem moderno” inseguro. Antigamente eles choravam(batiam). Hoje, eles simplesmente traem, sem dó nem piedade.

– Não ache que ele tem poderes “adivinhatórios”. Ele tem de saber – da sua boca – o quanto você gosta dele. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.

– Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dele ligar pra aquela ex boa de cama é grandessíssimo.

– Satisfaça-o sexualmente. Mas não finja satisfazê-lo. Os “homens modernos” têm um pique absurdo com relação ao sexo e, principalmente dos 20 aos 48 anos, eles pensam em – e querem – fazer sexo todos os dias (pasmem, mas é a pura verdade)…bom, nem precisa dizer que se não for com você…

– Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ele perceba isso. Piriguetes mau (ou bem) intencionadas sempre existem, e estas quando querem são peritas em levar um homem às nuvens. Então, leve-o você, afinal, ele é seu ou não é????

Nem pense em provocar “ciuminhos” vãos. Como pude constatar, homem inseguro é uma máquina colocadora de chifres.

– Em hipótese alguma deixe-o desconfiar do fato de você estar saindo com outra. Essa mera suposição da parte deles dá ensejo ao um “chifre” tão estrondoso que quando você acordar, minha amiga, já existirá alguém MUITO MAIS “comedora” do que você…só que o prato principal, bem…dessa vez é o SEU homem.

Sabe aquela gostosona que, você sabe, sairia com a seu homem a qualquer hora. Bem… de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ele, só por um segundo, achar que você merece…Quando você reparar… já foi.

– Tente estar menos “cansada”. O “homem moderno” também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para – como diziam os homens de antigamente – “dar uma”, para depois, virar pro lado e simplesmente dormir.

– Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em “baladas”, “se pegando” em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dele gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. O “homem  moderno” não pode sentir falta dessas coisas…senão…

Bem amigas, aplica-se, finalmente, o tão famoso  jargão “quem não dá assistência, abre concorrência”.

Se você não faz,ah minha amiga tem quem FAÇA.

Deste modo, se você está ao lado de um HOMEM de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas “mancadas”… proteja-O, ame-O, e, principalmente, faça-O saber disso.

Ele vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquela “bonitona” que vive enchendo-o de olhares… e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!

Invertido de Arnaldo Jacob por Andreia Martins.

VISITE:www.facebook.com/andreiamartinspapocueca

 
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Publicado por em 5 de Junho de 2013 em sexo

 

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APAIXONAR-SE


Apaixonar-se por alguém é como ganhar o presente de Natal que você pediu ao Papai Noel quando ainda não tinha todos os dentes na boca. Você espera, mas nunca sabe ao certo se virá, nem como virá. E então, o presente chega. O amor chega. Sem explicações, sem palavras, sem mais delongas. E então você dá o primeiro beijo, com a mesma impulsividade que o fez rasgar o embrulho para descobrir cada detalhe do presente. Você anda de mãos dadas na rua, com o mesmo orgulho que o fez levar o novo brinquedo à escola e exibi-lo aos amigos. E, enfim, você descobre os inúmeros prazeres do sexo, com a mesma empolgação que o faz brincar até cansar com o novo presente.

O problema é que, conforme as paixões acontecem e vão embora – assim como os brinquedos, que depois de muito usados a gente doa –, as próximas parecem não ter tanta graça, e as passadas parecem nem ter importado tanto. Se foi (ou é) tão bom, por que nós temos cada vez mais medo de nos entregarmos completamente às novas possibilidades de amar?

A resposta é simples e parece ficar mais clara – e mais difícil de ser encarada – com o passar do tempo: por pura burrice. Minha, sua, nossa. De todos os que já se aventuraram a amar por esse mundão afora.

Sim, burrice. Não me leve a mal, não pare de ler esse texto e nem ouse duvidar de mim antes de ao menos terminar essas linhas. Nós somos, sim, burros, ao negar o que pode vir pela frente, baseados pura e simplesmente no trauma de um passado que não deu certo. E nosso erro é bobo: tomando o amor e a paixão como ciência (só porque somos levemente controlados por algumas dezenas de hormônios), consideramos que nossas relações anteriores são a prova empírica de que “não deu certo daquela vez, então eu devo tomar cuidado agora”. Mas as coisas não são bem assim, meu amigo.

Amar é mais ou menos como respirar. Você nasce sabendo – é uma função vital. Não é a toa que você deixa de respirar quando o coração deixa de bater. E no meio da aula de educação física, durante uma partida de futebol, você já deve ter levado uma bolada na barriga, daquelas que te fazem cair no chão e perder a simples capacidade de puxar e soltar o ar por alguns instantes. Mais ou menos o mesmo aperto que você sentiu quando terminou seu último relacionamento (e todos os outros). Você não abriu mão dos pulmões por causa desse trauma, abriu?

Então não deveria deixar o coração de lado.

Se algo é tão bom a ponto de te fazer sorrir sem motivo, encarar a vida de uma maneira mais positiva e até dar risada das piadas mais imbecis já feitas, por que tentar freá-lo? Pela simples covardia de não querer se machucar de novo? E por que é que você há de se machucar de novo? Por simplesmente não ter dado certo da última vez? Não, o amor não é uma ciência lógica.

Por isso, desamarra essa cara, joga os medos para o alto, aponta pra paixão e rema. Se teu barco afundar, encontra uma sereia – ou um sereio, com o perdão do neologismo. Se der errado de novo, basta nadar até a praia e tentar mais uma vez. E outra, e mais outra. A vida é curta demais para perder tempo sentindo medo, e o Papai Noel não gosta de criança medrosa.Imagem

 
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Publicado por em 4 de Junho de 2013 em Sem categoria

 

AMAR


O que é amar? Amar é olhar para dentro de si mesmo e dizer: eu quero é viver intensamente. É sonhar com uma gota de realidade é realizar uma gota desse sonho. É estar presente até na ausência. Amar é ter em quem pensar. É uma razão que ninguém teria razão de tirar. É ser só de alguém e não deixar esse alguém só. É pensar em você tão alto ao ponto de você escutar. Amar é ir até a morte, é acordar para a realidade do sonho, é vencer através do silêncio. É ser feliz até com um pouco quando muito não é o bastante. Amar é dar anistia ao coração. É sonhar o sonho de quem sonha com você. É sentir saudade, é chegar perto da distancia. Amar é a força da razão, é quando os momentos são eternos. Amar é viver a vida em versos e o inverso.A6

 
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Publicado por em 24 de Maio de 2013 em sexo

 

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CASAMENTO MAIS QUE PROFISSÃO


DEPOIS DO TRABALHO, AINDA FALTA TRABALHAR A RELAÇÃO
Arte de Fraga

Amar não é suportar tudo. Aguentar qualquer coisa.

Não é porque você ama que o amor se faz sozinho.

Não é porque você conquistou quem desejava que deve relaxar.

Não é porque alcançou a independência financeira que já tem autonomia afetiva.

Quando chega em casa do trabalho, depois de oito horas de incômodo, da chuva de cobranças e prazos, cansado, estressado, faminto, não adianta afundar no sofá, esticar as pernas, esquentar algo e se apagar.

Não terá direito à solidão e ficar em paz. Não terá direito a não conversar. Não terá direito a não ser afetuoso. Não terá direito a assistir televisão sem ninguém por perto.

Se pretende se isolar, não ouse casar, não procure dividir o tempo e o abajur.

Quando regressa do serviço, acabou a vida profissional, porém começa a vida pessoal. E do zero.

Sua mulher não tem que tolerar seu desaparecimento, sua anulação, sua desistência pelos corredores.

Ela quer senti-lo, entendê-lo, percebê-lo.

A noite é manhã para o amor.

Quando retorna da rua, agora é o instante de trabalhar o relacionamento.

Da mesma forma em que seria demitido se ofendesse um colega, não desfruta de espaço para agressão e gritos. É a esfera da delicadeza, das pontas dos dedos no rosto, de emoldurar a confiança.

Controle-se, comporte-se, cuidado com o que diz, não se entregue ao cansaço.

Sua esposa nada tem a ver com aquilo que cumpriu à luz do sol. Não conta pontos sua dedicação no escritório.

É um novo turno, sem antecedentes, sem pré-história.

É a primeira vez durante o dia que trocará assunto com ela (que seja separando as melhores peripécias). É a primeira vez durante o dia que se dedicará a ouvi-la (que decore a intensidade das palavras). É a primeira vez durante o dia que passará as mãos em seus cabelos (que seja mais generoso do que a escova). É a primeira vez durante o dia que beijará sua boca (que seja com calma da janela). É a primeira vez durante o dia que presta atenção no que ela veste e como se veste (que seja com atenção de alfaiate).

Não há como trapacear. Não há como despistar, postergar para o final de semana.

É só você e ela.

Tome guaraná cerebral, emborque litros de café, triture amendoim com os dentes. Mas se mantenha acordado. Não se ganha um casamento empatando.

É o período de oferecer atenção integral – ela espera que confirme os motivos para estarem juntos.

Por mais absurdo que soe, assim que pousa sua pasta no chão da residência, inicia o expediente amoroso – todos que amam têm dupla jornada.

É acolher as dúvidas, abraçar demorado, preparar a janta, perguntar sobre os amigos, valorizar os apelidos, deitar próximo, não se distanciar do campo elétrico da pele.

Amar é muito mais grave do que uma profissão. Muito mais complicado. Não tem aposentadoria.

ZERO HORA DONNA

 

 
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Publicado por em 20 de Maio de 2013 em Sem categoria

 

DIVÃ DA SENSUALIDADE ELA: BETY BOOP


sted by lady burly on Thursday, January 10, 2013

 

 

Fonte: Wikipedia

Betty Boop era uma personagem fictícia de uma série de TV e do cinema, mas apareceu pela primeira vez no dia 9 de agosto de 1930 num desenho animado chamado “Dizzy Dishes”, na sexta produção de Fleisher´s Talkartoon séries. 

Essa pequenina personagem teve como principal responsável pela sua criação Grim Natwick, um veterano animado dos estúdios da Walt Disney e também da Ub Iwerk, que modelou Betty baseado em Helen Kane, uma cantora e atriz que trabalhava para Paramount Pictures, o estúdio que também distribuía os desenhos de Fleischer. 

Como era comum naquele época, Natwick criou a personagem inicialmente como um animal, no caso, um poodle francês e a voz foi interpretada por várias atrizes diferentes, inclusive por Mae Questal, que começou em 1931 e se manteve para o resto da série.

Pouco tempo depois o próprio Natwick percebeu que o olhar original da Betty era bastante feito e assim em 1932 redesenhou e reorganizou humanamente a personagem. Ela apareceu em dez desenhos animados como personagem de apoio, uma menina com mais coração do que cérebro. 

Em desenhos individuais ela foi chamada também de “Nancy Lee” e “Nan McGrew” e normalmente aparecia como a namorada da estrela do estúdio chamado Bimbo. Apesar de alguns reivindicarem que o primeiro nome da personagem era Betty conforme o desenho animado de 1931 “Screen Songs”, mas isso não corresponde a verdade, pois era uma personagem completamente diferente. 

Embora a própria canção possa ter conduzido ao seu batismo com o eventual nome de Betty, qualquer referência com “Betty Co-ed” é completamente errônea, pois haviam quase 12 personagens neste desenho animado que poderiam ser caracterizadas como Betty Boop.

Existem somente dois filmes conhecidos nas quais Betty aparece colorida. Em “Poor Cinderella” e em “Crazy Town” (1932), embora ela tenha aparecido no filme colorido “Who Framed Roger Rabbit”, mas Betty continuava em seu tradicional preto e branco. 

O desenvolvimento de Betty ainda estava incompleta, mas Dave, o irmão de Max Fleischer, modificou a personagem mais adiante, fazendo-a mais sensual e mais feminina. 

A personagem foi batizado como “Betty Boop” oficialmente em 1932 no Talkartoons “Minnie the Moocher”, com Cab Calloway e sua orquestra emprestando seus talentos. A personalidade definitiva da famosa Betty iniciou finalmente neste filme. 

Em “Minnie the Moocher”, Betty fica distante de seus pais e acaba se perdendo junto com seu namorado Bimbo numa caverna mal assombrada. Uma morsa fantasmagórica canta a canção “Minnie the Moocher” acompanhado por diversos esqueletos e outros fantasmas. Os fantasmas deixam Betty amedrontada e ela foge com Bimbo para sua casa. 

Os oito Talkartoons produzidos depois de “Minnie the Moocher” já mostram Betty como a estrela principal. Com a realização de “Stopping the Show” em agosto de 1932, a série Talkartoon foram substituídas pela série animada “Betty Boop”.

Os pais de Betty em “Minnie the Moocher” aparentemente aparece como judeus ortodoxos e isso levou muitos a pensar que aquela Betty fora planejada com uma personagem judia, mas os desenhos posteriores, como os de 1936 “Be Human”, introduzem os pais de Betty como bem mais velhos, tais como os personagens dos filmes do velho oeste. Em 1932, Betty já havia sido proclamada a “rainha do desenhos animado” e também uma estrela da Paramount Pictures.

Betty Boop é notável por ser a primeira personagem de desenho animado a representar uma mulher completamente sensual. 

Outras personagens femininas da mesma época mostravam as calcinhas como a ratinha Minnie, mas nenhuma em forma de mulher. 

Betty, se divertia com a sua sexualidade. Ela usava vestidos curto e uma cinta liga e os seus seios eram volumosos. Em seus desenhos, os outros personagens tentavam roubar seu olhar enquanto ela caminhava. 

Em “Betty Boop´s Bamboo Isle”, ela faz a dança havaiana com uma saia de grama muito sensualmente e onde aparece pela primeira vez, os primeiros esboços do personagem Popeye.

Não obstante, os animadores sempre mantiveram a personagem de forma “pura”, pois oficialmente ela era uma menina de apenas 16 anos. 

Os desenhos de Betty também se salientaram devidos às trilha sonoras de jazz. Uma adição para três desenhos animados contaram com o som de Cab Calloway. Bandas convidadas para os desenhos animados de Betty Boop incluíam as bandas de Louis Armstrong, Rudy Vallee e Don Redman. Ethel Merman, Irene Bordoni e Reis and Dun também apareceram como artistas convidados.

Os desenhos sensivelmente adultos de Betty levaram a uma onda comercial que varreu o mundo. Enquanto isso, Helen Kane que tinha inspirado a personagem em 1930 processou o estúdio Fleischer em 1934, por roubar supostamente sua marca registrada, enquanto dançava, cantava e dizia uma frase. Kane perdeu o processo quando os Fleischers provaram a frase já havia sido utilizado por outras artistas, antes de Kane.

Por fim, a própria sensualidade de Betty iniciou a sua destruição, pois os censores da “Production Code” criaram leis em 1934 forçando a personagem a usar uma saia mais longa e decote menos ousados e com isso a popularidade de Betty caiu nitidamente. 

Os animadores lutaram para manter a personagem de Betty interessante, de acordo com as leis, mas nenhum destes filmes tiveram muito êxito, entretanto esses acontecimentos fizeram Popeye chegar ao estrelato e a carreira da personagem Betty acabava, pelo menos temporariamente, em 1939.

Uma história em quadrinhos de Betty Boop produzida por Max Fleischer esteve em syndicated entre 1934 a 1937. De 1984 a 1987 outra tira de “Betty Boop and Friends” foi produzida por Brian Walker, Ned Walker, Greg Walker e Morgan Walker. 

Os filmes de Betty Boop foram novamente apresentadas na televisão em syndication nos anos 50 pela U.M. & M. T.V. Corp e depois pela National Telefilm Associates (NTA). A U.M. & M. e a NTA alteraram a abertura da Paramount, removendo o logotipo da Paramount em sua abertura e encerramento, mas a impressão do logotipo permanece quando apresentada na televisão.

Esses filmes também ganharam uma exposição em 1960 no movimento de contracultura. A NTA comprou os direitos, coloriu e reapresentou na televisão como “The Betty Boop Show”. Houve muitas críticas pela colorização pela NTA, tempos depois a Turner Entertainment fez a mesma coisa com “Fleischer´s Popeye the Sailor”, os artistas coreanos refizeram os personagens em cores, saltaram os desenhos e simplificaram os movimentos, usando um animação limitada em lugar da animação cheia de Fleischer.

A Ivy Films reuniram alguns filmes de curta metragem e a transformaram em “The Betty Boop Scandals” em 1974, mas teve pouco sucesso. A NTA também lançou outro filme compilado chamado “Hurray for Betty Boop” em 1980. 

Os “Marketers” redescobriram Betty Boop nos anos 80 e passaram a comercializar a personagem, de uma forma mais sensual e extensamente disponível. Também nos anos 80, o rapper Betty Boo, com grandes influências dos desenhos animados, se tornou popular no Reino Unido.

Em 1988, Betty apareceu pela primeira vez em anos, como um troféu e em 1993, o diretor de animação Jerry Rees, conhecido pelo filme “The Brave Little Toaster” escreveu e produziu uma nova Betty Boop que seria realizado pela Metro-Goldwyn-Mayer. 
Setenta e cinco porcento do filmes estavam “storyboarded”, mas duas semanas antes da gravação os executivos da MGM cancelaram o projeto que iria se chamar “The Betty Boop Feature Script”.

A série Betty Boop continua sendo uma das favoritas de muitos críticos e o desenho animado de Betty Boop chamada “Snow White” de 1933 foi selecionado para preservação na “U.S. Library of Congress in the National Film Registry” em 1994. 

Atualmente existem 22 desenhos animados de Betty Boop que são de domínio público e disponíveis na Internet.

 

 

 
 
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Publicado por em 10 de Maio de 2013 em Sem categoria

 
 
Como Dizer Que Quero Voce

Suas taras....seus segredos...seu corpo e sua alma...

É Sexo!

Tem que explicar mais?

Meus Fetiches

CONTOS ERÓTICOS E OUTRAS HISTÓRIAS